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| V 15 Cv
Imperial Marinheiro |
V
19 C
v Caboclo |
As
Corvetas classe Imperial Marinheiro, foram originalmente concebidas,
como navio guarda-costas, rebocador, mineiro e varredor. Já nos anos
noventa, as unidades remanescentes mantinham apenas as características
de unidade de patrulha (guarda-costas) e salvamento (rebocador). Seus
trilhos para lançamentos de minas e paravanas de varredura não existem
mais a bordo. Atualmente a maior restrição das Corvetas nas missões de
patrulha é a sua baixa velocidade em relação às velocidades atuais dos
navios mercantes. A Corveta tem uma velocidade máxima mantida de apenas
12 nós.
A Corveta Imperial Marinheiro - V 15, terceiro navio a ostentar esse
nome na Marinha do Brasil, em homenagem aos marinheiros-nacionais. As
Corvetas classe Imperial Marinheiro foram idealizadas e mandadas
construir pelo Almirante Renato de Almeida Guillobel, em sua gestão a
frente do Ministério da Marinha. Foi construída pelo estaleiro C.C.
Sheepsbower & Gashonder Bedriff Jonker & Stans, em Rotterdam, Holanda.
Teve sua quilha batida em 26 de outubro de 1953, lançada ao mar em 19 de
novembro de 1954 e incorporada em 18 de junho de 1955, em Rotterdam pelo
Aviso n.º 1153 de 12/05/1955 (Bol. 21/55/1960 MM).
A Corveta Caboclo - V 19, é o quarto navio a ostentar esse nome na
Marinha do Brasil. As Corvetas classe Imperial Marinheiro foram
idealizadas e mandadas construir pelo Almirante Renato de Almeida
Guillobel, em sua gestão a frente do Ministério da Marinha. Foi
construída pelo estaleiro Bodews Schepswer N.V., Martenshoek, Holanda.
Teve sua quilha batida em 8 de outubro de 1953, foi lançada ao mar em 19
de agosto de 1954 e submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 16
de julho de 1955.