MARINHA DE GUERRA
BRASILEIRA
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Brasão da Marinha do Brasil
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MEIOS
DISTRITAIS |
Rebocadores de
alto mar
1 - Classe Triunfo
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| R21 RbAM
Tritão |
R 22 RbAM Tridente |
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| R23 RbAM Triunfo |
O Rebocador de
Alto Mar Tritão - R 21, ex-Sarandi, é o segundo navio a ostentar
esse nome em homenagem a Tritão, filho de Poseidon e Anfitrite, na
Marinha do Brasil. O Tritão foi construído pela ESTANAVE - Estaleiro
da Amazônia S/A, em Manaus, que em meados de 1984 ofereceu para
venda os cascos 144, 145 e 150, parte de uma encomenda de 10
Rebocadores de Apoio de Plataformas de Petróleo feita pela PETROBRAS,
que após receber quatro embarcações, negociou com o estaleiro o
cancelamento do restante da encomenda. A MB interessou-se pela
oferta, em razão da necessidade de substituição dos então
rebocadores classe Tritão/Sotoyomo, e, após estudos de viabilidade
de conversão dos cascos em Rebocadores de Alto-Mar, realizados pela
Diretoria Geral de Material da Marinha (DGMM), com participação do
Comando de Operações Navais (ComOpNav), Diretoria de Armamento e
Comunicações da Marinha (DACM), Diretoria de Engenharia Naval (DEN)
e Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), adquiriu os cascos. O
Estado-Maior da Armada (EMA) estabeleceu os requisitos operacionais
para a conversão dos cascos em Rebocadores de Alto-Mar, e a DGMM, em
6 de maio de 1984, submeteu àquela OM os arranjos produzidos pelo
Estaleiro para atender a tais requisitos, sendo assinado em 27 de
maio de 1985, com a ESTANAVE S/A, o Controle de Conversão dos três
cascos. As obras de conversão iniciaram-se em 4 de julho de 1985 e a
primeira docagem do casco 145, foi concluída no dia 30 de março de
1986. A primeira saída de experiência preliminar foi realizada no
dia 4 de fevereiro de 1987. A Prova de Mar oficial foi realizada no
dia 6 de fevereiro 1987. Foi submetido a Mostra de Armamento e
incorporado em 19 de fevereiro de 1987.
O Rebocador de
Alto Mar Tridente - R 22, ex-USS ATA 235, foi o
primeiro navio a ostentar esse nome em homenagem ao cetro de três
farpas de Netuno, na Marinha do Brasil. O Tridente foi construído
pelo estaleiro Gulfport Boiler & Welding Works Inc., em Port Arthur,
Texas. Foi adquirido pelo Brasil em 26 de março de 1947, sendo
incorporado pelo Aviso n.º 1737 em 16 de setembro de 1947, em
cerimonia realizada em Lake Charles, Louisiana.
O Rebocador de
Alto Mar Triunfo - R 23, ex-Sorocaba, é o segundo navio a ostentar
esse nome na Marinha do Brasil. O Triunfo foi construído pela
ESTANAVE - Estaleiro da Amazônia S/A, em Manaus, que em meados de
1984 ofereceu para venda os cascos 144, 145 e 150, parte de uma
encomenda de 10 Rebocadores de Apoio de Plataformas de Petróleo
feita pela PETROBRAS, que após receber quatro embarcações, negociou
com o estaleiro o cancelamento do restante da encomenda. A MB
interessou-se pela oferta, em razão da necessidade de substituição
dos então rebocadores classe Tritão/Sotoyomo, e, após estudos de
viabilidade de conversão dos cascos em Rebocadores de Alto-Mar,
realizados pela Diretoria Geral de Material da Marinha (DGMM), com
participação do Comando de Operações Navais (ComOpNav), Diretoria de
Armamento e Comunicações da Marinha (DACM), Diretoria de Engenharia
Naval (DEN) e Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ)), adquiriu
os cascos. O Estado-Maior da Armada estabeleceu os requisitos
operacionais para a conversão dos cascos em Rebocadores de Alto-Mar,
e a DGMM, em 6 de maio de 1984, submeteu àquela OM os arranjos
produzidos pelo Estaleiro para atender a tais requisitos, sendo
assinado em 27 de maio de 1985, com a ESTANAVE S/A, o Controle de
Conversão dos três cascos. Foi submetido a Mostra de Armamento e
incorporado em 23 de julho de 1986.

2 - Classe Almirante Guilhem
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R 24 RbAM Almirante Guilhem
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R 25 RbAM Almirante Guillobel |
O Rebocador de Alto
Mar Almirante Guilhem - R 24, ex-Superpesa 4, é o primeiro navio a
ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante
Henrique Aristides Guilhem, Ministro da Marinha de 1935 a 1945. O Alte.
Guilhem foi construído pelo estaleiro Sumitomo Heavy Industries, em
Uraga, Japão. Foi adquirido pela MB em 1980 junto com seu irmão, o RbAM
Almirante Guillobel - R 25, ao armador Superpesa Maritime Transport Ltd.,
onde operava no apoio a plataformas de petróleo. Foi incorporado em 22
de janeiro de 1981, passando a subordinação do Grupamento Naval do
Nordeste.
O Rebocador de Alto
Mar Almirante Guillobel - R 25, ex-Superpesa 5, é o
primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem
ao Almirante Renato de Almeida Guillobel. O Alte. Guillobel foi
construído pelo estaleiro Sumitomo Heavy Industries, em Uraga, Japão.
Foi adquirido pela MB em 1980 junto com seu irmão, o RAM Almirante
Guilhem - R 24, ao armador Superpesa Maritime Transport Ltd., onde
operava no apoio a plataformas de petróleo. Foi incorporado em 22 de
janeiro de 1981, passando a subordinação do Grupamento Naval do Sul,
então sediado no Rio de Janeiro.

3 - Classe Trindade
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U 16/R 26
NAux/RbAM Trindade |
O Navio Auxiliar
Trindade - U 16, ex-Nobistor de bandeira panamenha, é o
segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. O Trindade
foi construído pelo estaleiro J. G. Hitzler GmbH & Co. KG, em Lauemburg,
Alemanha. O Nobistor, foi apreendido em 14 de março de 1986
pela Policia Federal, nas proximidades da praia de Itaípu, no litoral do
Estado do Rio de Janeiro, transportando armamento e equipamentos
militares sem autorização. A 13ª Vara Federal determinou o confisco do
navio e sua posterior entrega à Marinha do Brasil, que o recebeu em
setembro de 1987. Verificando que o Nobistor, poderia ser
recuperado e adaptado para o serviço naval, a Marinha resolveu iniciar
obras de recuperação do navio no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro,
em 11 de janeiro de 1989. Os motores, que estavam em péssimo estado de
conservação, passaram por uma revisão. Foram aproveitados, também,
equipamentos e acessórios de navios de guerra que deram baixa nos anos
anteriores, para completar o que o Trindade necessitava para se
tornar um navio utilizável pela Marinha. Na tarde de 31 de janeiro de
1990, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Armada.

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