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Vocês, meus
amigos
desconhecidos,
Que quase todo
dia, nesta
tela aportam,
Trazendo
belezas que me
abrem portas,
Para Deus, em
louvor
agradecido,
Da vida, vocês
fizeram-se o
meu sentido.
Da poeta,
vocês
fizeram-se a
inspiração.
E vou seguindo
nestes versos
comovidos,
Escritos com a
alma, em
silente
oração.
Eu não os
conheço,
tampouco vocês
a mim.
Mas quando o
amor e a
ternura vertem
assim,
O que importa
o mútuo
conhecimento?
Estamos
irmanados num
mesmo fim,
De chegar aos
corações, com
perfume de
jasmim,
E soprar a voz
de Deus, como
sopram a brisa
e o vento. |