O sol se põe, a lua resplandece,

Está frio, o fogo da lareira os aquece.

Por um olhar penetrante ele é levado a ela,

Estaciona em sua frente deixando as bocas paralelas.



Seus corpos unem-se formando um só ser

Desejos ardentes por suas veias percorrem,

Deitam, rolam, seus corpos se contorcem...



A volúpia deixa-os a ponto de enlouquecer,

Conhecendo um ao outro como adolescentes simplórios,

São tantos os orgasmos, quase um centenário.



Por poucos instantes aquela luxúria cessou!

Quando de tanto amar chegaram ao êxtase, acabou!

Um repentino eólio a sala esfriou.

Do sono, o homem que sonhava, acordou!!!

 

 

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