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Quando
chego aos
confins
do si,
só encontro o
mim
e não Deus.
Quando alcanço
os limites
do sou,
onde Deus
deveria estar
só encontro o
eu, depois o
nada.
Sou o meu
limite,
Resta-me saber
se fora de mim
é Deus o
conteúdo do
nada
(e lá reina a
paz) (ou a
morte, sua
morada).
Perduram
madrugadores
os medos.
Pulula ansiosa
a esperança.
Mas nada
encontro além
do mim
Ou do
saber-me.
O ser é,
sem precisar
ser, crer ou
saber.
Eis Deus.
Eis-me:
co-herdeiro de
eus. |