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Por
certo,
nem te
lembras
(tão
criança
Eras
naquele
tempo...)
e no
entretanto
Um
homem,
muita
vez,
mudou o
pranto
De teus
pais em
sorrisos
de
bonança!
Por
certo,
nem te
lembras
(já te
cansa
A
memória,
talvez...)
um dia,
entanto,
Esse
homem
terá
sido
mais que
um
santo,
Salvando
o filho
teu, tua
esperança!
O bem
que se
recebe a
gente
esquece...
Somente
a dor
jamais é
esquecida:
Aquele
que a
curou...
desaparece!
Mas se
este
poema
acaso te
enternece
Ama teu
médico
através
da vida
Lembra-te
dele, ao
menos
numa
prece!

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