A Corveta Inhaúma -
V 30, ex-Almirante Inhaúma, é o segundo navio a ostentar esse
nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Joaquim José Inácio, o
Visconde de Inhaúma. A Inhaúma é a primeira unidade de uma série de 4
corvetas da mesma classe. Foi autorizada em novembro de 1981 e o contrato
foi assinado em 15 de fevereiro de 1982, sendo construída no AMRJ - Arsenal
de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro. Teve sua
quilha batida em 23 de setembro de 1983, foi batizada e lançada às 14:00h do
dia 13 de dezembro de 1986. Durante o lançamento o navio agarrou na
carreira, sendo retirado apenas no dia 17 de dezembro. O navio Depois de
realizar as provas de mar, foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada
em 12 de dezembro de 1989.
A Corveta Jaceguai -
V 31, ex-Almirante Jaceguai, é o terceiro navio a ostentar
esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Artur Silveira da
Mota, o Barão de Jaceguai. A Jaceguai é a segunda unidade de uma
série de 4 corvetas da classe Inhaúma. Foi autorizada em novembro de 1981 e
o contrato foi assinado em 15 de fevereiro de 1982, sendo construída no AMRJ
- Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro.
Teve sua quilha batida em 15 de outubro de 1984, em cerimônia presidida pelo
Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Alfredo Karam, foi lançada e
batizada em 8 de junho de 1987. Depois de realizar as provas de mar, foi
submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 2 de abril de 1991.
A Corveta Júlio de
Noronha - V 32, ex-Almirante Júlio de Noronha, é o segundo navio a ostentar
esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Júlio César de
Noronha. A Júlio de Noronha é a terceira unidade de uma série de 4 corvetas
da classe Inhaúma. Foi autorizada em novembro de 1981 e o contrato foi
assinado em 9 de junho de 1986, sendo construída no estaleiro Verolme S.A.,
em Angra dos Reis, RJ. Teve sua quilha batida em 8 de dezembro de 1986, foi
lançada e batizada em dezembro de 1991. Depois de realizar as provas de mar,
foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 27 de outubro de 1992,
em cerimônia realizada no estaleiro Verolme em Jacuacanga.
A Corveta Frontin -
V 33, ex-Almirante Frontin, é o segundo navio a ostentar esse
nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Pedro Max Fernando de
Frontin, comandante da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) em
1917-18. A Frontin é a quarta e ultima unidade de uma série de 4
corvetas da classe Inhaúma. Foi autorizada em novembro de 1981 e o Contrato
n.º 510/066/86, foi assinado em 9 de junho de 1986, sendo construída no
estaleiro Verolme Estaleiros Reunidos do Brasil S.A., em Angra dos Reis, RJ.
Teve sua quilha batida em 15 de dezembro de 1987, foi lançada e batizada em
6 de fevereiro de 1992.
