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| H 25
NB Tenente Boanerges |
H 26
NB Faroleiro Mario Seixas |
O Navio Balizador Comandante Varella - H 18, é o primeiro navio
a ostentar esse nome em homenagem ao Capitão-de-Fragata Arnaldo da Costa
Varella, hidrógrafo falecido em serviço em 1963, a bordo do NHi
Canopus. Foi construído pelo AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de
Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, a um custo estimado na época
em Cr$ 400 milhões. O Comandante Varella é primeiro de uma
serie de quatro unidades da mesma classe. Teve sua quilha batida em 1º
de agosto de 1978, foi lançado ao mar em 18 de setembro de 1981, no
mesmo dia em que foi batida a quilha do Navio-Escola Brasil.
Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Armada em 20 de maio
de 1982.
Logo após seu recebimento pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN),
passou a ser subordinado ao Centro de Sinalização Náutica Almirante
Morais Rego (CAMR), operando no Rio de Janeiro até o final de 1985 a fim
de realizar um período de adaptação e adestramento.
O Navio Balizador Tenente Castelo - H 19, é o primeiro navio a ostentar
esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao 1º Tenente hidrografo
José Ribamar dos Reis Castelo Branco, falecido em acidente de serviço a
bordo do NHi Rio Branco em 18 de abril de 1953. Foi construído pelo
Estaleiro São João S.A., em Manaus (AM), financiado com recursos da
SUNAMAM - Superintendência Nacional da Marinha Mercante. Com a entrada
do Estaleiro São João em processo falimentar a sua construção foi
transferida para os Estaleiros da Amazônia S/A (ESTANAVE), também
localizado em Manaus. O Tenente Castelo é o segundo de uma serie de
quatro unidades da mesma classe. Foi submetido a Mostra de Armamento e
incorporado a Armada em 15 de dezembro de 1983,
Logo após seu recebimento pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN),
passou a ser subordinado ao Centro de Sinalização Náutica Almirante
Morais Rego (CAMR).
O Navio
Balizador Comandante Malhães - H 20, é o primeiro navio a
ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao
Capitão-de-Corveta Antônio Malhães de Mattos, um destacado oficial
hidrógrafo. Foi construído pelo Estaleiro São João S.A., em Manaus-AM,
financiado com recursos da SUNAMAM - Superintendência Nacional da
Marinha Mercante. Com a entrada do Estaleiro São João em processo
falimentar a sua construção foi transferida para os Estaleiros da
Amazônia S/A (ESTANAVE), também localizado em Manaus. O Comandante
Malhães é terceiro de uma serie de quatro unidades da mesma classe.
Teve sua quilha batida em 18 de outubro de 1983.
Foi submetido a Mostra de Armamento e
incorporado a Armada em 15 de agosto de 1984
em Manaus.
O Navio Balizador Tenente Boanerges - H 25, é o primeiro navio a
ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Capitão-Tenente
Boanerges do Amaral Filho, falecido em serviço quando em campanha
hidrográfica, nas proximidades de Macaé, Rio de Janeiro, em 1946. Foi
construído pelo Estaleiro São João S.A., em Manaus (AM), financiado com
recursos da SUNAMAM - Superintendência Nacional da Marinha Mercante. Com
a entrada do Estaleiro São João em processo falimentar a sua construção
foi transferida para os Estaleiros da Amazônia S/A (ESTANAVE), também
localizado em Manaus. O Tenente Boanerges é o ultimo de uma serie de
quatro unidades da mesma classe. Foi submetido a Mostra de Armamento e
incorporado a Armada em 10 de abril de 1985
Logo após seu recebimento pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN),
passou a ser subordinado ao Centro de Sinalização Náutica Almirante
Morais Rego (CAMR), ficando sediado em Itaquí (MA).
O Navio
Balizador Faroleiro Mário Seixas - H 26, ex-Mestre Jerônimo,
ex-Brasil I, ex-Cabana, foi o primeiro navio da
Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Faroleiro Mário
Seixas dos Santos. Foi construído em 1962, como navio de pesca, em Vigo,
Espanha e batizado com o nome "Cabana". Já denominado
"Brasil I", foi empregado como navio de pesca em Recife-PE até
1964, quando foi arrestado pelo Banco Central, em troca de uma divida
dos seus proprietários, e enviado para o Rio de Janeiro. Em 1967, o
Banco Central doou a embarcação à SUDEPE - Superintendência do
Desenvolvimento da Pesca, que a rebatizou como “Mestre Jerônimo”.
Até 1979 foi
empregada pela SUDEPE em pesquisa de pesca. Em 25 de outubro de 1979,
foi doada à MB, sendo recebida pelo Serviço de Sinalização Náutica do
Sul (SSN-5) em 14 de novembro do mesmo ano. Em 11 de fevereiro de 1982,
o Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva
Fonseca, em visita ao Porto de Rio Grande, determinou verbalmente ao
Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Fernando Mendonça da
Costa Freitas, que fossem realizados estudos de viabilidade para a
transformação do Navio Pesqueiro em Navio Balizador, já que o casco se
encontrava em avançado estado de desmontagem.
Em 21 de
janeiro de 1983, foi assinado o Contrato nº 760/002 com a CORENA –
Metalurgia e Construções Navais S/A, para realização dos serviços em seu
estaleiro em Itajaí-SC, iniciados em 28 de janeiro de 1983. No CORENA,
teve sua propulsão modificada de um motor/um eixo para dois motores/dois
eixos, aumento da superestrutura para acomodar uma tripulação maior,
remodelação do passadiço e a instalação de um mastro de proa com pau de
carga. O custo de sua conversão foi 1/3 do custo de um NB classe
Comandante Varella. Depois de realizar as provas de cais, realizou
as provas de mar nos dias 17 e 19 de janeiro de 1984.
Foi
submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada em 31 de janeiro
de 1984.