MARINHA DE GUERRA
BRASILEIRA
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Brasão da Marinha do Brasil
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MEIOS
DISTRITAIS |
Navios Patrulha
1 - Classe Grajaú
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| P 40 NPa Grajaú |
P 41 NPa
Guaíba |
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(Sem foto) |
| P 42
NPa Graúna |
P 43
NPa Goiana |
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| P 44
NPa Guajará
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P 45
NPa Guaporé |
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| P 46
NPa Gurupá |
P 47
NPa Gurupi |
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| P 48
NPa Guanabara |
P 49
NPa Guarujá
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P 50
NPa Guaratuba |
P 51
NPa Gravataí |
O Navio Patrulha
Grajaú - P 40, foi ordenado em setembro de 1990 como parte do 2º
lote de duas unidades da classe. Originalmente seria o P 42,
mas com o atraso da construção do 1º lote no Estaleiro Mauá, a ordem foi
invertida. O Grajaú é o segundo navio a ostentar esse nome na
Marinha do Brasil, em homenagem a um riacho homônimo do antigo
Distrito Federal. Foi construído pelo AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio
de Janeiro, seguindo o projeto original do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de
Singapura. Foi batizado e lançado ao mar na carreira 2, em 21 de maio de
1993. Foi incorporado em 1º de dezembro de 1993.
O Navio Patrulha
Guaíba - P 41, foi ordenado em setembro de 1990 como parte do 2º
lote de duas unidades da classe. Originalmente seria o P 43,
mas com o atraso da construção do 1º lote no Estaleiro Mauá, a ordem foi
invertida, passando a ser o segundo da série. O Guaíba é o
terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a
um rio homônimo que deságua na Lagoa do Patos no Rio Grande do Sul. Foi
construído pelo AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, seguindo o
projeto original do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Foi batizado
e lançado ao mar em 10 de dezembro de 1993. Foi submetido a Mostra de
Armamento e Incorporado a Armada em 12 de setembro de 1994, em cerimonia
realizada no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.
O Navio Patrulha
Graúna - P 42 foi ordenado em 1987 como parte do 1º lote de duas
unidades da classe, junto ao estaleiro Caneco, sendo logo em seguida o
contrato cancelado e transferido para o estaleiro Mauá, em Niterói, que
iniciou as obras em 1988. O Graúna originalmente seria o P
40, mas com o atraso das obras nesse lote, teve sua construção
transferida e concluída no AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro,
dessa forma, a ordem foi invertida e passou a ser o P 42. É o
segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a
essa ave negra de nossa fauna. Foi construído seguindo o projeto do
estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve sua quilha batida em 9 de
dezembro de 1988, foi batizado e lançado ao mar em 10 de novembro de
1993. Foi incorporado em 15 de agosto de 1994.
O Navio Patrulha
Goiana - P 43 foi ordenado em 1987 como parte do 1º lote de duas
unidades da classe, junto ao estaleiro Caneco, sendo logo em seguida o
contrato cancelado e transferido para o estaleiro Mauá, que iniciou as
obras em 1988. O Goiana originalmente seria o P 41, mas com o atraso
das obras nesse lote, teve sua construção transferida e concluída no
AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, dessa forma, a ordem foi
invertida e passou a ser o P 43. É o terceiro navio a ostentar esse nome
na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio e a cidade homônimas no Estado
de Pernambuco. Foi construído seguindo o projeto do estaleiro Vosper-QAF
Ltd, de Singapura. Foi lançado ao mar em 26 de janeiro de 1994, e
incorporado em 26 de fevereiro de 1997.
O Navio Patrulha
Guajará - P 44, foi ordenado em 1993 como parte do 3º lote de duas
unidades da classe junto ao estaleiro Mauá, mas foi cancelado devido a
crise pela qual passava essa empresa. Foi reordenado em 1994 juntamente
com o Guaporé e, as 2 unidades do 4º lote ao estaleiro
Peenewerft GmBH, em Wolfgast, Alemanha. O Guajará é o quarto
navio a ostentar esse nome(1) na Marinha do Brasil, em
homenagem a uma Baía localizada no Estado Pará, formada pelo braço Sul
do Rio Amazonas e os Rios Capim e Guana. Foi construído seguindo o
projeto do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve quilha batida em
14 de fevereiro de 1994 e foi lançado ao mar em 24 de outubro de 1994.
Em 28 de janeiro de 1995, suspendeu de Wolfgast, com destino ao Brasil,
conduzido por tripulação do estaleiro construtor, sendo entregue ao
Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, para a instalação do Armamento. Em
28 de abril de 1995, foi incorporado à Armada, por Ordem do Dia do
Comandante de Operações Navais em cumprimento à Portaria Ministerial n.º
0218 de 05 de abril de 1995.
O Navio Patrulha
Guaporé - P 45, foi ordenado em 1993 como parte do 3º lote de duas
unidades da classe junto ao estaleiro Mauá, mas foi cancelado devido a
crise pela qual passava essa empresa. Foi reordenado em 1994 juntamente
com o Guajará e, as 2 unidades do 4º lote ao estaleiro
Peenewerft GmBH, em Wolfgast, Alemanha. O Guaporé é o terceiro
navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio
homônimo situado na fronteira do Brasil com a Bolívia. Foi construído
seguindo o projeto do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve
quilha batida em 14 de fevereiro de 1994, foi lançado ao mar em 24 de
janeiro de 1995 e incorporado em 29 de agosto de 1995.
O Navio Patrulha
Gurupá - P 46, foi ordenado em 1994 como parte do 4º lote de duas
unidades da classe, junto ao estaleiro Peenewerft GmBH, em Wolfgast,
Alemanha. O Gurupá é o segundo navio a ostentar esse nome na
Marinha do Brasil. Foi construído seguindo o projeto do estaleiro
Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve quilha batida em setembro de 1994,
foi lançado ao mar em 11 de maio de 1995 e incorporado em 8 de dezembro
de 1995.
O Navio Patrulha
Gurupi - P 47, foi ordenado em 1994 como parte do 4º lote de duas
unidades da classe, junto ao estaleiro Peenewerft GmBH, em Wolfgast,
Alemanha. O Gurupi é o segundo navio a ostentar esse nome na
Marinha do Brasil, em homenagem a um rio homônimo, na divisa entre o
Estado do Pará e o Maranhão. Foi construído seguindo o projeto do
estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Foi lançado ao mar em 6 de
setembro de 1995, submetido a Mostra de Armamento em 15 de dezembro de
1995 e incorporado à Armada em 23 de abril de 1996.
O Navio Patrulha
Guanabara - P 48, foi ordenado em 1995 como parte do 5º lote de duas
unidades da classe, junto ao estaleiro INACE - Industria Naval do Ceará
S/A, em Fortaleza. O Guanabara é o sétimo navio a ostentar esse nome na
Marinha do Brasil, em homenagem a Baía do Rio de Janeiro. Foi construído
seguindo o projeto da Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve sua quilha
batida em 20 de dezembro de 1996, foi batizado e lançado ao mar em 5 de
novembro de 1997 e incorporado em 9 de julho de 1999.
O Guanabara, assim como o Guarujá, tiveram como fato notável em sua
construção no estaleiro INACE, a montagem dos cascos emborcados em
terra, ou seja com a quilha para cima. Ao ter o trabalho de soldagem
concluído, foi descido ao mar por meio de elevador e depois desemborcado
com o uso de guindastes. Em seguida, retornou para terra, a fim de que
fosse terminada a construção.
O Navio Patrulha
Guarujá - P 49, foi ordenado em 1995 como parte do 5º lote de duas
unidades da classe junto ao estaleiro INACE - Industria Naval do Ceará
S/A, em Fortaleza. O Guarujá é o segundo navio a ostentar esse
nome na Marinha do Brasil, em homenagem a cidade homônima(1)
localizada no litoral de São Paulo. Foi construído seguindo o projeto da
Vosper-QAF Ltd, de Singapura. O casco 532, teve sua quilha batida em 22
de abril de 1996, foi lançado ao mar em 24 de abril de 1998 e foi
incorporado em 30 de novembro de 1999.
O Guarujá, assim como o Guanabara, tiveram como fato notável em
sua construção no estaleiro INACE, a montagem dos cascos emborcados em
terra, ou seja com a quilha para ar. Ao ter o trabalho de soldagem
concluído, foi descido ao mar por meio de elevador e depois desemborcado
com o uso de guindastes. Em seguida, retornou para terra, a fim de que
fosse terminada a construção.
O Navio Patrulha
Guaratuba - P 50, foi ordenado em 1996 como parte do 6º e último lote de
duas unidades da classe, junto ao estaleiro Peenewerft GmBH, em Wolfgast,
Alemanha. O Guaratuba é o primeiro navio a ostentar esse nome(1)
na Marinha do Brasil. Foi construído seguindo o projeto do estaleiro
Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve sua quilha batida 9 de outubro de
1998, foi lançado ao mar em 16 de junho de 1999, foi recebido pelo AMRJ
em 12 de outubro de 1999 e depois de realizadas inspeções de segurança
no porto e no mar pelo Grupo de Recebimento, foi incorporado a Armada em
1º de dezembro de 1999.
O Navio Patrulha
Gravataí - P 51, foi ordenado em 1996 como parte do 6º e último lote de
duas unidades da classe junto ao estaleiro Peenewerft GmBH, em Wolfgast,
Alemanha. O Gravataí é o segundo navio a ostentar esse nome(1)
na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio homônimo localizado no Rio
Grande do Sul. Foi construído seguindo o projeto do estaleiro Vosper-QAF
Ltd, de Singapura. Teve sua quilha batida 18 de dezembro de 1998, foi
lançado ao mar em 26 de agosto de 1999 e incorporado a Armada em 17 de
fevereiro de 2000.

2 - Classe Piratini
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| P 10
NaPaCo/NPa
Piratini |
P 11
NaPaCo/NPa
Pirajá |
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| P 12 NaPaCo/NPa Pampeiro |
P 13
NaPaCo/NPa
Parati |
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| P 14
NaPaCo/NPa
Penedo |
P 15
NaPaCo/NPa
Poti |
O Navio Patrulha
Costeiro Piratini - P 10, ex-PGM 109, é o segundo
navio a ostentar esse nome(peixe seco) na Marinha do
Brasil, em homenagem ao rio e a cidade homônimos do Rio Grande do
Sul. Foi construído no AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro,
na Ilha das Cobras, seguindo o projeto da classe Cape, da
Guarda Costeira dos EUA. Foi financiado por fundos do FMS -
Foreign Military Sales. Teve sua quilha batida em 27 de maio de
1968, foi lançado ao mar em 26 de fevereiro de 1970. Sua
prontificação foi concluída em 27 de novembro, sendo submetido a
Mostra de Armamento e incorporado em 30 de novembro de 1970, pelo
Aviso n.º 1133/70.
O Navio Patrulha Costeiro
Pirajá - P 11, ex-PGM 110, é o sexto navio a ostentar
esse nome(viveiro de peixes) na Marinha do Brasil, em
homenagem ao distrito da Bahia onde as forças brasileiras derrotaram
as portuguesas em 8 de novembro de 1822. Foi construído no AMRJ -
Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, na Ilha das Cobras, seguindo o
projeto da classe Cape, da Guarda Costeira dos EUA. Foi
financiado por fundos do FMS - Foreign Military Sales. Foi
submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 26 de março de
1971, em cumprimento ao Aviso de 08/03/71.
O Navio Patrulha
Costeiro Pampeiro - P 12, ex-PGM 118, é o segundo
navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao
vento que sobra no Pampas gaúchos. Foi construído no AMRJ - Arsenal
de Marinha do Rio de Janeiro, na Ilha das Cobras, seguindo o projeto
da classe Cape, da Guarda Costeira dos EUA. Foi financiado
por fundos do FMS - Foreign Military Sales. Teve sua quilha
batida em 23 de outubro de 1968, foi lançado ao mar em 15 de julho
de 1970. Sua prontificação foi concluída em 4 de junho de 1971,
sendo submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 16 de
junho de 1971, pelo Aviso n.º 0498 de 08/06/1971.
O Navio Patrulha
Costeiro Parati - P 13, ex-PGM 119, é o segundo
navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome(mar branco)
em homenagem a cidade homônima localizada no litoral do Rio de
Janeiro. Foi construído no AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de
Janeiro, na Ilha das Cobras, seguindo o projeto da classe Cape,
da Guarda Costeira dos EUA. Foi financiado por fundos do FMS -
Foreign Military Sales. Teve sua quilha batida em 23 de outubro
de 1968, foi lançado ao mar em 19 de outubro de 1970,. Foi submetido
a Mostra de Armamento e incorporado em 29 de julho de 1971.
O Navio Patrulha
Costeiro Penedo - P 14, ex-PGM 120, é o segundo
navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a
cidade homônima localiza em Alagoas as margens do Rio São Francisco.
Foi construído no AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, na
Ilha das Cobras, seguindo o projeto da classe Cape, da
Guarda Costeira dos EUA. Foi financiado por fundos do FMS -
Foreign Military Sales. Teve sua quilha batida em 30 de dezembro
de 1968, foi lançado ao mar em 17 de dezembro de 1970. Sua
prontificação foi concluída em 28 de setembro de 1971, sendo
submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 30 de setembro de
1971.
P 15 NaPaCo/NPa Poti -
não foi encontrado seu histórico

3 - Classe Bracuí
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| P 60
NPa Bracuí |
P 61
NPa Benevente |
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| P 62
NPa Bocaina |
P 63
NPa Babitonga |
O Navio Patrulha
Bracuí - P 60, ex-HMS Itchen - M 2009, é o segundo navio a ostentar esse
nome(farinha de pau) na Marinha do Brasil, em homenagem a um
rio do Rio de Janeiro. Foi construído pelo estaleiro Richards, em
Lowestoft, Grã-Bretanha. Foi incorporado a MB em 8 de abril de 1998, na
Base Naval de Portsmouth, Inglaterra.
O Navio Patrulha
Benevente - P 61, ex-HMS Blackwater - M 2006, é o segundo navio a
ostentar esse nome(bom evento) na Marinha do Brasil. Foi
construído pelo estaleiro Richards, em Great Yarmouth, Grã-Bretanha. Foi
incorporado a MB em 10 de julho de 1998, na Base Naval de Portsmouth,
Inglaterra.
O Navio Patrulha
Bocaina - P 62, ex-HMS Spey - M 2013, é o segundo navio a
ostentar esse nome na Marinha do Brasil, a serra, rio e vila do mesmo
nome no litoral de São Paulo. Foi construído pelo estaleiro Richards, em
Lowestoft, Grã-Bretanha. Foi incorporado a MB em 10 de julho de 1998, na
Base Naval de Portsmouth, Inglaterra.
O Navio Patrulha
Babitonga - P 63, ex-HMS Arun - M 2014, é o segundo navio
a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. Foi construído pelo estaleiro
Richards, em Lowestoft, Grã-Bretanha. Foi incorporado a MB em 18 de
setembro de 1998, em Devonport, Inglaterra.

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